quarta-feira, 18 de junho de 2014

A Lição da Borboleta ღ¸.•*¨`*•

Certa vez, um homem sentou e ficou observando por várias horas uma borboleta que se esforçava para sair de
seu casulo, fazendo com que que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem então decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário da borboleta, era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo dela fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar
uma vez que estivesse livre do casulo.


Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.






segunda-feira, 16 de junho de 2014

Os Bons Morrem Jovens

É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser, quando me lembro de você
Que acabou indo embora, cedo demais
Quando eu lhe dizia, me apaixono todo dia
É sempre a pessoa errada
Você sorriu e disse: Eu gosto de você também
Só que você foi embora cedo demais
Eu continuo aqui
Meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você
Dias assim, dias de chuva, dia de sol
E o que sinto não sei dizer
Vai com os anjos, vai em paz
Era assim todo dia de tarde
A descoberta da amizade, até a próxima vez
É tão estranho
Os bons morrem antes
E lembro de você e de tanta gente que se foi cedo demais
E cedo demais,eu aprendi a ter tudo que sempre quis
Só não aprendi a perder
E eu que tive um começo feliz
Do resto não sei dizer
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre mas eu sei
Que você está bem agora
Só que neste ano eu sei que o verão acabou


Cedo demais


Legião Urbana




domingo, 1 de junho de 2014

Dom Quixote


Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário


peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
na ponta dos cascos e fora do páreo
puro sangue, puxando carroça

Um prazer cada vez mais raro
aerodinâmica num tanque de guerra,
vaidades que a terra um dia há de comer.
Ás de espadas fora do baralho
grandes negócios, pequeno empresário.
Muito prazer me chamam de otário

Por amor às causas perdidas...
Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem...seja o que for...
Seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas


Tudo bem...até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento

Muito prazer... Ao seu dispor
Se for por amor às causas perdidas...
Por amor às causas perdidas


Engenheiros do Hawaii




Link: http://www.vagalume.com.br/engenheiros-do-hawaii/dom-quixote.html#ixzz33MBlieky

domingo, 25 de maio de 2014

AMOR DE FADA

O meu amor é feérico
Corre por entre árvores
Voa por sobre montanhas
E navega no mar de ti.

Protege-te do destino
Dos encantamentos e do mal
Guardando-te entre letras
Do fluxo das correntezas.

Como Morgana, em Avalon,
Ou Dília, a fada da lua.
Trago-te sorte e felicidade
Meu elfo, amante e amigo.

Sim, asas de libélula e varinhas de condão
Transformam-me em Lorelei,

Sininho, sílfide ou sereia.
O olhar é teu e a luz é minha.

Etérea e translúcida sigo a te guiar
Moldando meu corpo a teu pensamento
E na hora dourada da canção
Vou caminhando nas asas do vento.


LÍGIA SAAVEDRA.





domingo, 18 de maio de 2014

O Preconceito no trabalho

Ao abrir a gaveta de entregas no trabalho hoje de manhãzinha, encontrei um envelope com meu nome, escrito por uma letra que já me era familiar. Rasguei o
envelope com toda ansiedade do mundo, e ao olhar que era uma barra de chocolate da minha marca favorita, logo virei a embalagem para descobrir o recheio. Era de morango! Droga, eu odeio morango! Mas era um presente, e dado por alguém diferente. Como eu iria falar para alguém que tem um brilho que eu desconheço no olhar, que eu adoro dar bom dia, porque sempre me responde com um bom dia, daqueles que deixam o dia realmente bom, que eu odeio morango?! Não ia dar, além de mal educada eu passaria por mal agradecida. E deixar uma barra de chocolates daquela guardada só para não fazer desfeita, é quase um crime. Como ir ao cinema e não dar um bom amasso. E trocar o chocolate seria como trocar uma roupa daquelas que você ganha, que simplesmente não serviu. Tirando o fato de ter que mentir depois, um defeito de caráter que abomino acima de todas as coisas.
A única solução seria provar aquela delicia recheada de morango. O pensamento de odiar morango não saia da minha cabeça. Mas como eu sabia que odiava recheio de morango, sendo que eu nunca comi morango antes, só porque eu acho que eu não gosto? E como alguém aparentemente tão gente boa, poderia ter o mal gosto de me dar um chocolate ruim?
Fiquei paquerando aquele embrulho por horas, racionalizei que sendo a embalagem vermelha, eu teria desejo de comer, e como o desejo exerce uma grande influência em mim... Logo degustei o chocolate, pois não era um digno de ser apenas comido. E só para ficar registrado, sim, eu gostei.
Não precisa dizer que é ridículo, comentar não gostar de algo sem nunca ter provado, conhecido, ou generalizar. Mas eu sempre faço isso, todo mundo faz isso. Você ao ler todo dia as minhas crônicas, faz isso que eu sei.
Mas isso tem nome, ô se tem. Chama preconceito.
Sabe quando alguém bate o carro de uma forma ridícula, e você abaixa o vidro e
grita “tinha que ser mulher! O que tá fazendo fora da cozinha Dona Maria?” sem saber o sexo do motorista. É preconceito. Quando você negocia alguma venda importante somente via e-mail e telefone, e na hora de fechar negócio pessoalmente fica pasmo, pois como alguém tão mais novo que você pode ser tão inteligente e estrategista? Preconceito de novo. Quando você é transferido para uma nova unidade, e já começa a reclamar que se não for São Paulo não rola, sem saber como é o cotidiano da nova cidade. Adivinha o que é? Quando você simplesmente não chama aquela pessoa para sair porque pensa que ela é muita coisa pra você, quando quem teria que fazer duas viagens é ela. Também é, você sabe o que. Quando algum japonês te paquera e você pensa logo de cara no tamanho do instrumento dele. É maldade, além de preconceito! É fato, Titanic era o maior navio do mundo e afundou na primeira viagem, isso só comprova que tamanho não é documento.
Quando eu te ligo, e você pensa que sua paz acabou de ir embora. É a mais pura realidade!
Essas situações acontecem a todo momento, e sempre acontecerão de formas diferentes. Você aprende com algumas experiências, e desaprende com outras, muitas vezes repetidas.
Eu pré conceituei aquele publicitário babaca, achando que ele era o homem da minha vida, mas ele não fez ela valer a pena, nem por vinte quatro horas consecutivas. Eu pensei que aquele mocinho de família criado pela vó no interior, fosse devagar para algumas coisas, mas até hoje só de lembrar dele eu sinto um arrepio, que não é de frio. Eu achava que eu tinha uma amiga, mas na verdade ela queria me agarrar no banheiro da Lov.&.
Eu sei que você já está cansado de ler por hoje, porque trabalhou muito, porque é uma pessoa muito seria, que não tem tempo pra nada, e me acha uma maluca. É isso mesmo, estou sendo preconceituosa em relação a você. Mas e daí? Você não liga para o que eu penso.
(Bruna Solar)




domingo, 11 de maio de 2014

MUDANÇAS...



 
Quero mudar...
Mas não sei por onde começar...
Me sinto perdida,
No meio de um furacão...
Quero seguir a razão,
E não o coração...
Tenho vontade de fugir...
Para um lugar onde eu possa recomeçar...
Onde ninguém me conheça
Para que eu esqueça...
Um passado de dor...
E que eu possa novamente...
Dar mais uma chance ao amor...

AUTORA: Elizangela Carvalho


quinta-feira, 20 de março de 2014

Sou fria ...

Sou fria meu amor e totalmente dramática com essa coisa de sentimentos.
Não sei retribuir muitos carinhos assim logo de cara, mas tudo que eu sinto carrego por dentro e quando me vejo, já explodi inteira. Não me apego assim tão fácil, tenho essa estranha mania pela conquista. Gosto de construir as coisas com o tempo e não com a carência. Pouquíssimas vezes você vai me ver falando bem de alguém que acabei de conhecer justamente pelo fato de eu não conhecer. Acho importante ter uma certa convivência antes de expor minha opinião. Mas apesar de tudo eu sou extremamente intensa, todos os meus momentos eu vivo na espera de que eles durem para sempre, mesmo sabendo que isso não vai acontecer. Eu não tenho vergonha de admitir que mesmo tendo pressa eu demoro, mas pode ter certeza de uma coisa, que quando eu chego é pra ficar.

Maíra Cintra